Embora medidas concretas ainda não tenham sido anunciadas, os membros do G-20 podem estar próximos a um consenso para combater a crise financeira mundial. O grupo de 20 países, composto pelas nações desenvolvidas e pelos principais emergentes, está reunido neste sábado (15), em Washington.O presidente norte-americano George W. Bush, por exemplo, afirmou que os líderes estão próximos de um acordo sobre as fragilidades do monitoramento do sistema financeiro e sobre a necessidade de aumentar o escopo da regulação.
Com discurso semelhante, Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, mostrou-se confiante em um acordo do G-20 e anunciou progressos nas conversações, embora tenha reconhecido as dificuldades de chegar a um consenso.
Oficiais franceses admitiram que o relatório final a ser publicado sobre a reunião deve constar a necessidade de adoção de políticas fiscais e monetárias expansionistas, como forma de evitar uma recessão global mais pronunciada.
O presidente Lula também se manifestou sobre o encontro e reforçou a necessidade de políticas fiscais anti-cíclicas. O presidente do Brasil, no entanto, cobrou dos países ricos a responsabilidade de impedir um maior alastramento da crise. "A melhor solução para evitar que a crise se alastre é os países ricos resolverem seus problemas."
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